segunda-feira, novembro 16

Algumas curtas e breves para animar a malta


O sexo é como uma estação de serviço: às vezes recebe-se um serviço completo, outras vezes tem que se pedir para se ser atendido e há vezes em que temos que nos contentar com o self-service!

As calorias são pequenos animais que moram nos roupeiros e que durante a noite apertam a roupa das pessoas.

O trabalho fascina-me tanto que às vezes, fico parado a olhar para ele.

O Casamento é um relacionamento a dois, no qual uma das pessoas está sempre certa e a outra é o marido.

A mulher está sempre ao lado do homem, para o que der e vier; já o homem está sempre ao lado da mulher que vier e der.

Se fores chata as tuas amigas, perdoam; se fores agressiva as tuas amigas, perdoam; se fores egoísta as tuas amigas, perdoam; agora experimenta ser magra e linda!
Tás f...!

O amor é como a gripe, apanha-se na rua e resolve-se na cama!
A falta de sexo provoca amnésia e outras merdas que agora não me lembro...
Não procures o príncipe encantado. Procura, antes, o lobo mau: ouve-te melhor; vê-te melhor e ainda te come.

Toda a gente se queixa de assédio sexual no local de trabalho.
Ou isto começa a ser verdade ou então despeço-me!!!
A mulher do amigo é como a bota da tropa; também marcha!
O cérebro é um órgão maravilhoso. Começa a trabalhar logo que acordamos e só pára quando chegamos ao serviço.

Qual a diferença entre uma dissolução e uma solução?
Uma dissolução seria meter um político num tanque de ácido para que se dissolva.
Uma solução seria metê-los a todos.

(recebida por e-mail)

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terça-feira, outubro 13

Maitê Proença

Mas quem é esta que anda por aí a dizer “bacoradas” sobre Portugal?

http://www.youtube.com/watch?v=1GCAnuZD7bk

Esperamos que os nossos amigos brasileiros que por cá laboram honestamente, manifestem a sua indignação.

E quanto à Globo que emitiu este programa de baixíssimo nível, não há medidas retaliatórias?

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quinta-feira, outubro 1

Como arrumar um marido rico

Deixemos as coisas sérias, vamo-nos entretendo com os “Gatos fedorentos” e as suas entrevistas aos políticos da nossa praça e com as anedotas que nos enviam, embora correndo o risco de algumas já serem conhecidas.

“Uma moça escreveu um email para uma revista financeira pedindo dicas sobre "como arrumar um marido rico". Contudo, mais inacreditável que o "pedido" da moça, foi a disposição de um rapaz que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito bem fundamentada. Segue:

Mensagem email da MOÇA:

"Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site? Ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas? Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em Central Park West. Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente. Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correcta? Como eu chego ao nível dela?"
(Rafaela S.)

Mensagem resposta do (inspiradíssimo) RAPAZ:

"Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação. Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo à toa... Isto posto, considero os factos da seguinte forma:
Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio. Eis o porquê:
o que você sugere é uma negociação simples. Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro. Proposta clara, sem entrelinhas. Mas tem um problema. Com toda a certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando. Assim, em termos económicos, você é um “activo” sofrendo depreciação e eu sou um “ activo” rendendo dividendos. E você não somente sofre depreciação, como sofre uma depreciação progressiva, ou seja, sempre aumenta!
Explicando: você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou um “caco”. Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada. Usando o linguajar de Wall Street , quem a tiver hoje deve mantê-la como "trading position" (posição para comercializar) e não como "buy and hold" (compre e retenha), que é para o quê você se oferece... Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um 'buy and hold') com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim! Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar. Cogitar... Mas, já cogitando, e para certificar-me do quão 'articulada, com classe e maravilhosamente linda' seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa 'máquina', quero tão somente o que é da praxe: fazer um "test drive" antes de fechar o negócio...
Podemos marcar ?”

(português do Brasil, recebido por e-mail)

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domingo, setembro 13

Uma resposta apropriada

Um dia, o ilustre médico do Porto,
Dr. João Casimiro Barbosa
foi interpelado por
um passageiro
no eléctrico:

- «Desculpe, o senhor por acaso não é
filho do Engº Joaquim Casimiro Barbosa?»

Responde ele, com finura:
- «Sou, mas não é por acaso!»

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domingo, setembro 6

Um grande lavrador do Norte,
um dia, ao almoço com a filha,
teve a seguinte conversa:

- «Ó Pai, consta que a criada, a Maria, está grávida...»
- disse a filha; «Isso é com ela!», responde de pronto
o Pai; - «Mas se ela estiver grávida, eu despeço-a.»
- continuou a filha; «Isso é contigo!» responde ele;
«Mas - insiste a filha - consta que a Maria está
grávida de si!»; «Ah, isso já é comigo!»

:)

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domingo, agosto 30

O grande industrial, Comendador Abílio de Oliveira,
homem que subiu a pulso e fundou a poderosa
fábrica têxtil "A Flor do Campo",
dirigiu-se ao pessoal numa
festa de aniversário
da empresa, com
estas palavras
de brio:

«... porque, - ficai sabendo -,
eu fui como vocês sendes e
sou como vocês vendes!
»

:)

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domingo, agosto 23


Um turista, perdido no caminho,
abeira-se de dois alentejanos
sentados à sombra de um chaparro
e pergunta-lhes: — «Speak english?»
«Non.» — respondem. «Parlez français?»
«Não.» Alemão? Italiano? «No, no.»
— continuam. «Habla espanhol.»
«Nanh», — mantêm.

Desanimado, o estrangeiro desiste.
Assim que se afastou, virou-se um
dos alentejanos para o companheiro:

— «Ó compadre, tu não achas que já estava
na altura de aprendermos uma língua estrangeira?»

— «Para quê — responde o outro — aquele
sabia cinco e não lhe serviu de nada!»

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domingo, agosto 16



Um sujeito, vítima de alcoolémia,
já muito trémulo, vai ao médico
na esperança de remédio.


O médico, então, pergunta-lhe:
- Mas, o senhor bebe muito?

- Não, senhor doutor,
entorno quase tudo!


LOL

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quarta-feira, abril 16

Nesta onda de anedotas,
apetece-me contar uma,
antiga, mas receio
chocar...

Não levem a mal.
É só pra rir! :):

«Fizeram um inquérito à população portuguesa
sobre o que faziam após o coito! Então, obtiveram
as respostas agrupáveis em três categorias:

— 5% dos inquiridos disseram que não faziam nada;
— 10% disseram que iam à janela fumar um cigarro;
— 85% declararam que iam para casa!
»

RAG

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segunda-feira, fevereiro 25



NÃO SE APONTA QUE É FEIO,

Crónica do costume, pelo gato fedorento,
José Diogo Quintela, in "Público" de 24-2-2008

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. Durante anos, quando ouvia falar de um tal “ponto G” que dava grande satisfação às mulheres, mas que era um enorme mistério para os homens, achava que era uma variação do ponto cruz. Talvez com agulhas diferentes, mas um ponto de dobrar. Aparentemente, é outra coisa que não tem a ver com lavores femininos. Quanto muito, louvores femininos.


. Entretanto, o Ponto G perdeu um bocadinho do seu mistério, porque parece que especialistas italianos garantem ter encontrado a localização exacta do sítio onde as mulheres têm sempre imenso prazer (e não, não é em Alcântara, como muitos pintas lisboetas estão a pensar).
.
. É curioso terem sido cientistas a encontrá-lo. É a melhor definição de altruísmo. Um cientista a descobrir o Ponto G é como um vegetariano a inventar o melhor tempero para churrasco. Claro que, a serem cientistas, tinham de ser italianos. Um italiano, mesmo de bata e óculos, tem a mania que percebe de mulheres. Um cientista japonês, por exemplo, só lá chegava por um acaso. “Haikido, encontrei isto, parece que é um ponto G, ou lá o que é”, diz um. “Larga isso, Mikado e continua mas é a procurar a glândula responsável pelo aumento da produtividade”, returque o outro. Um cientista japonês está para o sexo como o Colombo está para a América: se descobriu, foi por sorte.


. A existência do ponto G, referenciado pela primeira vez pelo ginecologista alemão Ernst Grafenberg em 1950, é baseada mais nos testemunhos das mulheres que garantem atingir orgasmos vaginais do que em provas científicas. Portanto, em “diz que disse”. Por mim, tudo bem, não tenho por que duvidar. As mulheres não têm o hábito de mentir sobre sexo. Já se fosse um homem a dizer que tinha um ponto especial que proporcionava enorme prazer contínuo, ia soar a bazófia. Aparecia logo outro tipo a dizer que tinha um ponto F e um H e outro a garantir que o seu ponto G tinha 32 cms. Um terceiro, como não encontrava um ponto G, comprava um Porsche.


. Em Portugal temo bem que o ponto G se torne irrelevante. As próximas gerações vão ser gerações de misóginos, pouco interessados no prazer das mulheres. E a culpa é do sistema educativo. Agora vão acabar com a formação musical. É o princípio do fim das artes. Tirem a dança e o teatro e acabem com tudo aquilo que torna o homem mais sensível. (Com os trabalhos manuais não acabam eles. Experimentem lá pôr fim à electrotecnia.) Ficam os rapazes mais insensíveis. E um homem que não está em contacto com o seu lado feminino não se vai preocupar com o lado feminino de ninguém.


. Este machismo não é de agora. Basta ver que, quando os jovens recebem notas escolares aprendem desde cedo que um “Satisfaz” não é aceitável, “Muito Bom” é que sim. Um puto, depois de anos a ouvir isso, quando tiver uma namorada não vai cá preocupar-se em satisfazê-la. É o satisfazes! No fim do sexo ela diz: “Não me satisfizeste.” E o rapaz: “Sim, mas fui muito bom!” Ponto G? Não é preciso ponto G para nada.


.

LOL

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