O 1° Presidente da UE
E aí está ele, Herman Van Rompuy, eleito presidente do Conselho Europeu. Como há uns anos questionou Henry Kissinger, então ministro dos negócios estrangeiros dos EUA, se o presidente dos EUA alguma vez quiser telefonar para a "Europa", irá falar com quem? Será o numero de telefone de Van Rompuy que ele agora deverá utilizar...É uma vitória triste, embora Durão Barroso tenha tentado explicar de forma esfarrapada que esta eleição é sobretudo uma homenagem ao país que até agora "acolheu" o coração das instituiçães europeias. Van Rompuy não é propriamente aquilo que se possa chamar um conciliador, e nem sequer um verdadeiro democrata. Representa uma as forças políticas mais segregacionistas da europa ocidental, sendo um dos últimos exemplos mais gritantes a interdição de venda de bens imobiliários na Flandres (Van Rompuy é Flamengo... flamenguista, mais propriamente) a todo o individuo que não consiga provar a sua origem flamenga! Lei aprovada recentemente enquanto ainda primeiro ministro da Bélgica. É isto uma qualidade para um Presidente da União Europeia? Não, não o é certamente. Será talvez um "fantoche" fácil nas mãos de Sarkozy e de Merckel que firmemente apoiaram a sua candidatura (eles lá sabem porquê...), mas não mais do que isso. A Europa perdeu uma excelente oportunidade de eleger um simbolo forte para uma democracia a 27.
Baronesa Cathy Ashton, eleita
Alta Representante para a Diplomacia Internacional
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