RUBAIYAT

Rubaiyat 26
”O vasto mundo: um grão de poeira no espaço.
Toda a ciência dos homens: palavras.
Os povos, os animais e flores dos sete climas: sombras.
O resultado da tua perpétua meditação: nada.”
”O vasto mundo: um grão de poeira no espaço.
Toda a ciência dos homens: palavras.
Os povos, os animais e flores dos sete climas: sombras.
O resultado da tua perpétua meditação: nada.”
Rubaiyat 141
“Contenta-te em saber que tudo é mistério:
a criação do mundo e a tua, o destino do mundo e o
teu.
Sorri desses mistérios como de um perigo que
desprezasses.
Não creias que saberás alguma coisa quando
franqueares a porta da Morte.
Paz aos homens no negro silêncio do Além.”
RUBAIYAT 164
“Pobre homem, nunca saberás nada.
Não explicarás nunca um só dos mistérios que nos
rodeiam.
Já que as religiões te prometem o Paraíso
toma o cuidado de criar um para ti, sobre a Terra,
porque o outro talvez não exista.”
(Omar Khayyam)
NOTAS
“Rubaiyat é o plural da palavra persa “ruba’i” e é um poema sintético que faz parte da renovação da poesia persa, operada nos sécs XII e XIII.
Omar Khayyan era um homem de grande cultura e sabedoria, que viveu entre 1048 e 1123.
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