terça-feira, dezembro 1

Eu conheço um país…


“Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade mundial de recém-nascidos, melhor que a média da UE.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende no exterior para dezenas de mercados.
Eu conheço um país que tem uma empresa que concebeu um sistema pelo qual você pode escolher, no seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou um sistema biométrico de pagamento nas bombas de gasolina.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou uma bilha de gás muito leve que já ganhou prémios internacionais.
Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, permitindo operações inexistentes na Alemanha,Inglaterra ou Estados Unidos.
Eu conheço um país que revolucionou o sistema financeiro e tem três Bancos nos cinco primeiros da Europa.
Eu conheço um país que está muito avançado na investigação e produçãode energia através das ondas do mar e do vento.
Eu conheço um país que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para toda a EU.
Eu conheço um país que desenvolveu sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos às PMES.
Eu conheço um país que tem diversas empresas a trabalhar para a NASA e a Agência Espacial Europeia.
Eu conheço um país que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.
Eu conheço um país que inventou e produz um medicamento anti-epiléptico para o mercado mundial.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.
Eu conheço um país que produz um vinho que em duas provas ibéricas superou vários dos melhores vinhos espanhóis.
Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamento de pré-pagos para telemóveis.
Eu conheço um país que construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade mundial.
O leitor, possivelmente, não reconheceu neste país aquele em que vive...
PORTUGAL.”

(Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso, In Revista "Exportar")

Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS,BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Out Systems,We Do, Quinta do Monte d'Oiro, Brisa Space Services, Bial, Active space Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Portugal Telecom Inovação, Grupos Vila Galé, Amorim, Pestana, Porto Bay e BES Turismo.
Há ainda grandes empresas multinacionais instalada no País, mas dirigidas por portugueses, com técnicos portugueses, de reconhecido sucesso junto das casas-mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal e a Mc Donalds (que desenvolveu e aperfeiçoou em Portugal um sistema que permite quantificar as refeições e tipo que são vendidas em cada e todos os estabelecimentos da cadeia em todo omundo ) .
Porque é que esses técnicos e gestores tão bons não estão no governo?
Se calhar porque lhe pagam muito mais e como é normal, colocam os seus interesses pessoais acima dos colectivos.
Não acontece isso com alguns “gurus” da Política?

É este o País de sucesso em que também vivemos, estatisticamente sempre na cauda da Europa, com péssimos índices na educação, e gravíssimos problemas no ambiente e na saúde... do que se atrasou em relação à média UE...etc.
Mas só falamos do País que está mal, daquele que não acompanhou o progresso.
É tempo de mostrarmos ao mundo os nossos sucessos e nos orgulharmos disso.”

Porque é que só dizemos mal? Porque é que não propagandeamos o que temos e não o damos a conhecer pelo menos aos portugueses?
Será que a nossa política económica se reduz a um assalto contumaz ao bolso do contribuinte? Melhor dizendo da QUASE totalidade dos contribuintes.
Porque é que o Governo, não repensa as suas despesas e a forma como atrapalha ou condiciona a livre criação de riqueza entre nós?

20 Comentários:

Às 01 dezembro, 2009 14:30 , Blogger bluegift disse...

Peter, a sério, estás doente? Tu és mesmo Português? Então e o Fado, já esqueceste o Fado? ;-)

 
Às 01 dezembro, 2009 14:40 , Blogger Peter disse...

bluegift

«Porque é que só dizemos mal? Porque é que não propagandeamos o que temos e não o damos a conhecer pelo menos aos portugueses?
Será que a nossa política económica se reduz a um assalto contumaz ao bolso do contribuinte? Melhor dizendo da QUASE totalidade dos contribuintes.
Porque é que o Governo, não repensa as suas despesas e a forma como atrapalha ou condiciona a livre criação de riqueza entre nós?»

Isto é o que eu penso.

 
Às 01 dezembro, 2009 19:58 , Blogger vbm disse...

Essas qualidades que mostras exemplificadas por compatriotas nossos não são suficientes para dotar um país de um estado competente e forte. É necessário que as classes vítimas dos embustes vigaristas e da exploração monoplolista confiem e alinhem com a classe média instruída na direcção política do governo. Essa aliança social, estável e confiante, deve exigir trabalho de todos e melhor distribuição do rendimento; em anos maus, todos devem ser sacrificados; em anos bons, o rendimento deve favorecer, em termos relativos, as classes menos abastadas. Só uma política firme e pluridecenal com esta disciplina atribui, na verdade, o mérito a quem o tem, pelo seu trabalho e engenhosidade. Tudo o que é diferente disto, é pura exploração. A Suécia, no último quartel do séc. xix, era um país pobre. A aliança das classes proletárias com a classe média, alcançou o poder político nesse final do século: hoje é uma sociedade justa com cidadãos evoluídos. Estou convencido que o nosso regime político não aguenta mais cinco anos sequer no actual desnorte de estratégia.

 
Às 01 dezembro, 2009 21:42 , Blogger Peter disse...

vbm

Não tenho nada a objectar. Admira-me é não haver comentários, mas já estou habituado.

Tenho passado o dia a ler o SOL e vou aqui transcrever dois pequenos excertos:

ONDE ESTÃO AS ELITES? (José António Saraiva):

«Todos os países podem ter melhores ou piores Governos. Mas os países só podem verdadeiramente andar para a frente se tiverem boas elites. Se, nos sectores vitais da sociedade, houver gente capaz, séria, competente e empreendedora.
Ora em várias áreas-chave temos tido demasiada gente que não presta. Gente que não hesita em recorrer à fraude, à corrupção, à usura para alcançar os objectivos.»

DE DITADO EM DITADO (Ricardo David Lopes):

«O ministro das Finanças admitiu finalmente, que o país está sem dinheiro (...) Fernando Teixeira dos Santos podia ter-se poupado a ver a sua credibilidade posta em causa, na medida em que já em Maio era razoavelmente evidente que o dinheiro não chegaria até ao final do ano.»

 
Às 02 dezembro, 2009 00:01 , Blogger José Augusto Nozes Pires disse...

A Suécia não será, sequer, o único exemplo a seguir. Portugal está na cauda da Europa (UE)em vários índices, acompanham-no muito poucos e em alguns índices está sozinho. Esses índices têm que ver também com a qualidade de vida.Diagnosticar a crise não é dizer mal. Digo mal é da política de direita (porque o PSD a seguiu também)de um governo que se diz «socialista». Para alguns os lucros não passam crise, nem os dividendos e os vencimentos. Quem paga as crises são sempre os mesmos.Verdade ou mentira?

 
Às 02 dezembro, 2009 00:17 , Blogger Peter disse...

José Augusto Nozes Pires

Claro que é verdade. Há 5 anos que venho a dizer isso aqui no blogue. Há poucos dias publiquei um excerto do nº de Outono da Seara Nova, focando precisamente esse aspecto.

Mas basta ler o que transcrevi acima, do semanário SOL:

"Ora em várias áreas-chave temos tido demasiada gente que não presta. Gente que não hesita em recorrer à fraude, à corrupção, à usura para alcançar os objectivos."

Agora que eu não conhecia as nossas imensas possibilidades, não exploradas e que transcrevo no artigo, é uma verdade. É por essas e por outras que a minha neta mais velha, que sempre teve 20 valores a Matemática, fácilmente arranjou colocação em Berlim e por lá vai ficar.

 
Às 02 dezembro, 2009 03:04 , Blogger Meg disse...

Peter,

Olha, estou como tu...e com uma insónia que promete uma noite longa.
Já cá entrei não sei quantas vezes, li e reli, mas não sei porquê não me serve de consolo... e não devemos ser só nós.

Tenho lá o Eça e é inacreditável como ainda não passámos de 1867!

Além disso as pessoas devem estar anestesiadas com a Cimeira e o Tratado que, aposto, poucas pessoas saberão o que é... e os outros estão de mini.férias, as estradas estão cheias... as grandes superfícies estão cheias, o povo até parece contente!

Entendes alguma coisa? EU NÃO!

Isto sem tirar mérito ao teu post, não sabia de parte do que lá pude ler. Mas se temos essas capacidades, por que estamos nesta situação?

Um abraço

 
Às 02 dezembro, 2009 10:35 , Blogger bluegift disse...

Peter, essa do "não ter dinheiro" é muito difícil de engolir. Estou mesmo em crer que para além das crises reais se inventa muita crise de conveniência, quanto mais não seja para justificar medidas impopulares. O dinheiro está mal distribuído, há uma enorme diferença entre ricos e pobres. Aí estamos de acordo.
Tenho a leve impressão que não há país na Europa onde não se fale de crise e blá blá a conversa é igual um pouco por todo o lado.
Tudo isto para dizer que prefiro que sejamos menos ricos mas mais equilibrados, onde um pobre consiga viver dignamente. Melhor assim que ser rico à custa de poluir desastrosamente o país com industrias altamente tóxicas, mas de alto rendimento.
Há uma segunda alternativa que o Luxemburgo, a Suiça (um dos 5 primeiros países do ranking mundial com qualidade de vida), e a própria Bélgica têm : segredo fiscal! Por outras palavras: cumplíces dos que acumulam riqueza ilegal!
Uma terceira alternativa seria aparecer petróleo lá para o lado das Berlengas...
A Bélgica tem p.ex. 7 centrais nucleares que acompanham ao redor um número anormal de doenças, sobretudo de origem cancerosa, pagas desde o início pelo contribuinte, sem efeitos no preço da electricidade, já que é exportada... (espertinhos). O segredo fiscal nomeadamente o das grandes fortunas, que não pagam impostos, é assegurado. Todo o contribuinte é obrigado a pagar uma taxa de segredo fiscal mesmo não tendo uma conta muito elevada, como é o meu caso.
Tudo isto para dizer que é preciso termos muito cuidado quando falamos dos conceitos de "qualidade de vida", "riqueza" de um país e afins. Depende dos critérios considerados. A dívida externa mais elevada é quase sempre a dos países mais ricos, os EUA que o digam. Enfim.
Há sempre a possibilidade de propor ao Sócrates que transforme o país em paraíso fiscal, ou siga os passos do Jardim com o offshore da Madeira... O problema não é fácil de resolver.
Mas enquanto nos queixamos, vamos enchendo os centros comerciais, os restaurantes, bares, centros de férias e por aí adiante. Melhor assim.

 
Às 02 dezembro, 2009 11:12 , Blogger Peter disse...

Meg

Tinha escrito um longo comentário que apaguei, pois a "bluegift" aborda bem o problema e chega à mesma conclusão que tu:

«Mas enquanto nos queixamos, vamos enchendo os centros comerciais, os restaurantes, bares, centros de férias e por aí adiante. Melhor assim.»

Eu acrescento:

"A orquestra continua a tocar, enquanto o Titanic se afunda".

 
Às 02 dezembro, 2009 11:40 , Blogger Peter disse...

bluegift

Citando:

“O dinheiro está mal distribuído, há uma enorme diferença entre ricos e pobres. Também prefiro que sejamos menos ricos mas mais equilibrados, onde um pobre consiga viver dignamente. Melhor assim que ser rico à custa de poluir desastrosamente o país com industrias altamente tóxicas, mas de alto rendimento."

Concordo no que respeita à existência de uma má distribuição da riqueza. Não concordo no que respeita à poluição, pois os nossos inventos (chamemos-lhe assim) exaustivamente descritos no EXPRESSO pelo Nicolau Santos (leste-os todos?) não são, de modo algum, susceptíveis de gerarem “indústrias altamente tóxicas”. Será preferível aproveitar essas nossas potencialidades do que avançarmos com a compra de submarinos, o TGV, o novo aeroporto e as grandes auto-estradas. Em vez destas beneficiem os “caminhos de cabra” do interior do país.

 
Às 02 dezembro, 2009 12:02 , Blogger vbm disse...

Bem gostaria de retirar da manga uma solução inesperada e eficiente do problema económico português... :) ... :( Mas as coisas da economia, da história, da sociedade, não se resolvem assim por golpes de magia. Nem mesmo com os truques fiscais golpistas da suiça, do luxemburgo, da bélgica e da madeira, cujos povos, aliás, bem longe estão de um padrão aceitável de felicidade e bem-estar: espíritos mesquinhos, fechados, medianamente obtusos.

Eu inclinar-me-ia mais para a continuação da diáspora portuguesa por terras da europa, áfrica, ásia e américa; pela imigração de mão-do-obra do leste de instrução mediana; pela parceria capitalista em empreendimentos de angola, brasil, venzuela; ver que possibilidades de cooperação teríamos com os ingleses e os indianos na áfrica do sul e em moçambique; o que fazer na zona económica exclusiva, dos açores, madeira e continente, com apoio da espanha ou dos estados unidos ou da noruega...

mas tudo com a classe possidente devidamente controlada pela aliança política da classe média com as classes trabalhadoras de modo a que os capitalistas fossem mesmo forçados a maximizar a sua eficiência, impedidos que ficavam de viver á custa de vantagens espoliadoras monopolistas.

 
Às 02 dezembro, 2009 12:26 , Blogger Ferreira-Pinto disse...

PETER o Governo não repensa as suas despesas e a forma como atrapalha ou condiciona a livre criação de riqueza entre nós porque não pode, e porque as corporações que vivem à custa do erário público e de outras corporações não o permitem!

Não pode, neste momento, porque as receitas e os recursos são escassos; não pode porque basta querer mexer com um só interesse instalado que logo se ergue um clamor!

Paralelamente, as empresas que nos apresentas são geridas por empresários, e não por patrões. E aí não há Governo que nos acuda!

 
Às 02 dezembro, 2009 12:56 , Blogger Peter disse...

Ferrera Pinto

Não devemos viver no mesmo país.
O Governo tem medo dos "clamores"? Vá-se embora.

Todos os dias recebo e-mails que me denunciam reformas "obscenas" que são um escândalo nacional face a quem tem de viver com cerca de 200€ mensais. Nomes de familiares e de familiares de familiares que mal acabam a licenciatura, ou mesmo sem ela, são imediatamente "encaixados" em lugares de destaque e com ordenados, ou vencimentos "escandalosos". É só ler o DR para confirmar os e-mails recebidos.

 
Às 02 dezembro, 2009 15:54 , Blogger bluegift disse...

Peter, longe de mim sugerir que esses inventos são, de modo algum, susceptíveis de gerar "indústrias altamente tóxicas". Os portugueses são tão bons profissionais quanto todos os outros, basta terem os meios. Trabalho com várias culturas europeias e sei bem do que falo. Temos é que ter o cuidado de não cair nessa tentação do dinheiro fácil a curto prazo, e só os governos podem impedir tais presentes envenenados vindos de uma parte poderosa do privado.
Não conheço a história do nuclear nos outros países, mas, no que respeita à Bélgica, sei que todos andamos a pagar um excedente na conta da electricidade que, no início, diziam servir para construir as centrais, e agora, quando toda a gente reclama para saber quando é que vamos pagar mais barato, os tipos respondem que vamos continuar a pagar porque, imagine-se!, agora é preciso remodelar ou desactivar as ditas cujas! E entretanto andam a exportar electricidade e a ficar com os lucros! Tudo porque o poder privado passa o tempo a enfiar tangas, coniventes ou não, ao poder político. E Portugal, se não tem cuidado, vai pelo mesmo caminho!

 
Às 02 dezembro, 2009 16:04 , Blogger Peter disse...

bluegift

"Temos é que ter o cuidado de não cair nessa tentação do dinheiro fácil a curto prazo, e só os governos podem impedir tais presentes envenenados de algum poder privado."

É para isso que os governos servem e não para fechar os olhos a negociatas.

 
Às 02 dezembro, 2009 16:16 , Blogger Ferreira-Pinto disse...

PETER se queres que me vá embora, tudo bem mas sinceramente essa não entendo.

E quanto aos clamores, o nome de Correia de Campos, para falar apenas deste, deve dizer-te alguma coisa, não?
Ele foi mandado embora porquê?
E a avaliação que com Maria de Lurdes Rodrigues era imperiosa e inegociável, e depois passou a simplificada? E que agora com a Isabel Alçada passa à história?

Nota que eu não discuto sequer a bondade das soluções, só estou a ser objectivo.

 
Às 02 dezembro, 2009 17:21 , Blogger Peter disse...

Ferreira Pinto

O problema não é pessoal.

Nas eleições legislativas, querendo eleger um Partido com possibilidades de governar o país, não havia outra escolha.

Para mim, que sou um leitor de jornais, não há comparação possível entre o anterior ministro da saúde e o actual. O porquê dele se ter ido embora, não sei nem me interessa. Só sei que acabaram os protestos das populações do interior e que o Centro de Saúde da minha Freguesia e onde eu vou, é o 2º melhor do país. A propósito: há um problema qq dele com o BPN, ou estou enganado?

Casado com uma professora, tendo uma fillha e um genro professores, sei muito bem o que se passa no ensino. SEMPRE HOUVE AVALIAÇÕES AOS PROFESSORES, MESMO NO TEMPO DO SALAZAR. Não é contra isso que os profs protestam, como o Governo sempre quiz fazer crer.

Com um 1º ministro atacado na sua vida particular e agora empenhado nas comemotrações do Tratado de Lisboa, quem governa o Paíz?

 
Às 02 dezembro, 2009 22:52 , Blogger Ferreira-Pinto disse...

PETER aquela de me ir embora, era virtual, não te livras desta melga com duas de treta!

 
Às 03 dezembro, 2009 00:58 , Blogger Peter disse...

Ferreira Pinto

Claro que não era contigo, nem era com o PS.

Mas o PS não é só Sócrates...
Olha, na política, como no futebol, deve-se sair na altura devida.

Abraço amigo. Tenho estado a tratar da minha FarmVille.

 
Às 05 dezembro, 2009 21:28 , Blogger alf disse...

Já há muito que aqui não vinha e adorei este post!!! parabéns!

Porque é que o país não avança? Porque está cheio de gente que nada faz para que isso aconteça e se ocupa a apontar «culpados», normalmente o Governo.

Quanto à Suécia e restantes países nórdicos, a chave do seu sucesso está na formação - o analfabetismo terminou na Suécia no ano de 1900, não foi?

Em Portugal, estamos em 43º no ranking da formação, pior até que em corrupção. Há menos de 2 anos os professores moviam-se contra a máquina de calcular nas escolas. Sem dúvida que a baixa qualidade do ensino é o problema mais grave do país.

 

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