domingo, maio 17

Li esta notícia, num fórum de há tempos atrás.
Ignorava este «direito à luz das estrelas»!
Mas é justo. E devia haver também
uma lei que consagrasse o «direito
ao som do mar», proibindo
a música nas esplanadas
de praia:):


El Gran Telescopio Canarias (GTC)


«(…)a escolha das Canárias para a instalação do Observatório Europeu do Norte deve-se também ao pioneirismo do Governo local, que conseguiu ver na Astronomia uma mais valia para o desenvolvimento e turismo das ilhas e que criou a primeira legislação do mundo sobre o direito ao céu nocturno. Toda a iluminação pública das ilhas é de baixa intensidade e a luz pública é obrigatoriamente inclinada para baixo, de acordo com a chamada “lei do céu”. Adoptada em 1988 e aprovada em 1992, esta legislação acabaria por ser internacionalizada em 2007 com a Declaração sobre a defesa do Céu Nocturno e Direito à Luz das Estrelas, assinada em La Palma pela Unesco e por um grupo de 23 países, dos quais Portugal não faz parte. (…)»
in P2, Público

"Os telescópios são as únicas máquinas do tempo reais.
Viajamos literalmente ao passado." diz Pérez

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6 Comentários:

Às 17 maio, 2009 09:58 , Blogger Peter disse...

Lá vou ter que ir viver para as Canárias, espero não me encontrar com o Saramago.

Destaque também para a citação:

"Os telescópios são as únicas máquinas do tempo reais.
Viajamos literalmente ao passado." diz Pérez

 
Às 17 maio, 2009 14:24 , Blogger escarlate.due disse...

dos quais portugal não faz parte mas devia fazer!!!

 
Às 17 maio, 2009 17:36 , Blogger escarlate.due disse...

(sim, claro que li!! um livro fantástico que aconselho! também gostaste?)

 
Às 17 maio, 2009 21:30 , Blogger vbm disse...

:) Sim. Meditei como é escravizante a ortodoxia dominante na opinião científica e difícil destitui-la. Vê aqui o que mais me impressionou:

http://blogexperimental.blogspot.com/2008/12/as-nossas-mentes-so-extraordinrias.html

 
Às 18 maio, 2009 17:23 , Blogger Dr. Mento disse...

Poucas vezes se fala na questão da poluição luminosa, mas o que é certo é que, nas grandes urbes, difícil se torna olhar para o céu e ver as estrelas.

Parece um direito pequeno e insignificante, mas há algo profundamente poético no acto de contemplar as estrelas. Se o perdemos, perdemos a poesia que há em nós.

 
Às 18 maio, 2009 20:01 , Blogger vbm disse...

É verdade, Mento!
É um oceano que se perde.

 

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