domingo, março 29

ESCLARECIMENTO


Não costumo publicar artigos que não sejam devidamente fundamentados.

É do conhecimento público que existem bandos internacionais que se dedicam à clonagem de cartões. Um meu familiar viu-se em sérias dificuldades perante um débito de 250.000 dólares referente a uma despesa feita ao jogo em Las Vegas, onde ele nunca foi. Teve a sorte de conseguir provar que no dia da hipotética despesa se encontrava em Luanda, pois faz parte do pessoal de voo da TAP.

O “golpe” teria ocorrido no Brasil e processou-se do seguinte modo:

- Depois do jantar o criado trouxe a conta numa bandeja. O meu filho entregou o cartão de crédito ao criado (asneira dele) que o levou. Com uma caixa com plasticina fizeram cópia do cartão. Trouxeram-no de volta com os papeis para assinar, do qual entregaram o duplicado, ficando com o original. O “bando”, de posse dos elementos do meu filho fez um cartão com outra banda magnética, na qual substituiu o limite de crédito, por “crédito ilimitado”. Como é óbvio e os nossos jornais até já publicaram fotos, essas máfias possuem cartões de bancos de todos os países e dispositivos para elaborar bandas magnéticas para os mesmos.

Talvez isto interesse a quem viaja.

O “golpe” que descrevi no meu outro artigo e que tantas dúvidas causou ao “vbm”, pode ocorrer em qualquer lado, pois essas máfias organizadas actuam já no nosso país. É só ler os jornais, repito.

A precaução a tomar será:

- Antes de confirmar a compra, verificar se no visor está lá inscrito o débito. Já evita os “enganos”…

5 Comentários:

Às 29 março, 2009 12:31 , Blogger antonio - o implume disse...

Todo o cuidado é pouco!

 
Às 29 março, 2009 12:52 , Blogger vbm disse...

:)

eu sei que somos amigos
e que não estás chateado!

:)

A 'dúvida' que levantei não foi
sobre a verdade das fraudes
com os cartões: sei isso,
e designadamente
que não deve
deixar-se
o cartão

ao empregado.


Hoje em dia, os restaurantes
já têm os terminais de pagamento
portáteis; e claro,
deve carregar-se

«verde; código; verde»

:)

A minha 'dúvida? não é bem dúvida: é espanto!

Como é possível o esquema informático do dinheiro plástico não resguardar os procedimentos de segurança no uso do cartão, subtraindo ao terminal de pagamento o acesso a uma chave oculta ou cifrada do cartão, só reconhecível no servidor do banco!?

Como haja de se fazer isso, eu não sei, mas que o esquema, sem essa segurança adicional, está mal engenhado, afirmo-o com todas as letras: censuro assim os bancos e os informáticos e digo, para os envergonhar: não foi assim que os americanos foram à Lua e voltaram!

 
Às 29 março, 2009 14:24 , Blogger Papoila disse...

Nunca dar ao empregado o cartão e verificar sempre o valor da compra antes de introduzir o Pin... Grata por dicas a quem é distraído e que não pode ser nesta situação...
Beijo

 
Às 29 março, 2009 19:31 , Blogger Peter disse...

Vasco

Fiquei 1/2 chateado por me fazeres perguntas que, através dos media, são do domínio público.

- Os bancos são apenas distribuidores e controladores dos cartões, o que fazem com a maior segurança, mas não são produzidos por eles.

Cabe aos utentes tomarem as devidas precaurações no que respeita à sua utilização.

Eu não conhecia este "esquema" de passar o cartão sem digitalizar o valor da compra e obter assim o PIN. A segunda passagem do cartão fornece o talão onde consta o nome do utente, o nº do cartão e o banco a que este se refere. Claro que o PIN só corresponde àquele cartão.
Se o operador de caixa estiver ligado a um esquema mafioso, que já por aí há, o cliente vê a sua conta desfalcada, porque se os valores debitados forem grandes, ou contínuos, é o próprio banco a contactar com o cliente. Aliás foi o que fizeram com o meu filho, que não se livrou de chatices, além da resolução do processo ter sido morosa.

 
Às 29 março, 2009 19:50 , Blogger vbm disse...

Eu também não conhecia, mas censuro à engenharia informática não idear um signo cifrado no cartão, transmissível ao servidor e delido no terminal de pagamento. Pode ser que isso seja impossível, ignoro, mas face aos prejuízos que causa, os bancos têm, na investigação de um esquema seguro, uma bela oportunidade de um investimento rentável!

 

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