quarta-feira, maio 9

A freira e a bela

Ia uma freira a caminho do Convento quando uma bela rapariga lhe oferece boleia.
A freira entra no carro e começa a reparar no seu luxuoso interior:
- "mas que belo carro a senhora tem! Deve ter trabalhado muito arduamente para o conseguir comprar.
- "Olhe Irmã, por acaso não foi bem assim. Foi um industrial com quem dormi durante uns tempos que me ofereceu.

Entretanto, a freira olha para o banco de trás onde estava pousado um casaco de vison e exclama:
- "Oh! O seu casaco de peles é lindo! Deve ter custado uma fortuna."
- "Não me custou muito pois bastou-me passar umas quantas noites com um futebolista.

Após ouvir isto, a freira manteve-se calada durante o resto da viagem.
Ao chegar ao Convento foi para os seus aposentos tomar um revigorante banho.
Estava a freira na banheira quando ouve alguém bater à porta do seu quarto.
- "Quem é?"
- "É o Padre António."

Resposta da freira:
- "Vai dar uma curva mais os teus rebuçadinhos de mentol ..."

7 Comentários:

Às 09 maio, 2007 17:33 , Anonymous Anónimo disse...

Apreciei.
Qual era o Mosteiro ?
SYOKA ( Visconde )

 
Às 09 maio, 2007 18:03 , Blogger Papoila disse...

Rir é preciso... é urgente! Conhecia outra versão em que o presente era "santinhos"... os rebuçadinhos de mentol ainda tratam qualquer amargo de boca...
Beijo

 
Às 09 maio, 2007 20:37 , Blogger augustoM disse...

Olha o malandreco do padre.
Um abraço. Augusto

 
Às 09 maio, 2007 22:05 , Blogger Peter disse...

"papoila", o que tem mais graça nesta historieta é a identidade de quem a enviou.
Pela sua maneira de estar na vida, nunca o esperaria capaz de tal coisa, mas as pessoas mudam ...

 
Às 10 maio, 2007 17:58 , Blogger António disse...

Cada um dá o que pode!
ah ah ah

 
Às 10 maio, 2007 22:13 , Blogger herético disse...

uma freira com sorte. conheço um caso que recebia pajelas de santinhos ...

abraços

 
Às 11 maio, 2007 19:29 , Blogger amita I disse...

lool
Rir é mesmo preciso e urgente.
Como disse Eça "Eu ainda me recordo de ter ouvido, na minha infância e na minha terra, a gargalhada - a antiga gargalhada, genuína, livre, franca, ressoante, cristalina!... Vinha da alma, abalava todas as vidraças de uma casa, e só pelo seu toque puro, como o do ouro puro, provava a força, a saúde, a paz, a simplicidade, a liberdade!"
Bjos a todos.

 

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