domingo, novembro 6

Reflecti


Reflecti e decidi apagar o post sobre os acontecimentos em França. Não queiram fazer comparações com o "Maio 68".
Aqui é violência pura, violência gratuita que, por muitas razões de queixa que haja por parte dos jovens da 2ª geração dos imigrantes, e até há, nada justifica tal procedimento.
Não faço propaganda da violência.

Deliciem-se com a foto que vos deixo.

(Foto de Christian Lugrezi)

11 Comentários:

Às 06 novembro, 2005 14:18 , Blogger Su disse...

gostei da foto
gostei dessa atitude e concordo contigo
jocas maradas

 
Às 06 novembro, 2005 14:59 , Blogger Su disse...

Ne me quittes pas, Jacques Brel

Ne me quittes pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et du temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coup de pourquoi
Le coeur du bonheur

Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas

Moi, je t'offrirais
Des perles de pluie
Venues de pays
Où il ne pleut pas
Je creuserais la terre
Jusqu'après ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumière
Je ferais un domaine
Où l'amour sera roi
Où l'amour sera loi
Où tu seras reine

Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas

Je t'inventerais
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerais
De ces amants là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embraser
Je te montrerais
l'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer

Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas

On a vu souvent
Rejaillir le feu
De l'ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est, parait-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'épousent-ils pas ?

Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas

Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler
Je me cacherais là
A te regarder danser
Et sourire, à t'écouter
Chanter et puis rire
Laisses moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien, Mais

Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas
Ne me quittes pas

 
Às 06 novembro, 2005 15:34 , Blogger LetrasaoAcaso disse...

As razões poderão não ser as mesmas, mas a violência é certamente motivada pela marginalização. Este fenómeno parece querer alastrar a outros países da Europa, nomeadamente à Alemanha, onde as autoridades já temem o pior.
Urge acabar com as diferenças abismais e tratar cada ser humano como tal.

 
Às 06 novembro, 2005 16:34 , Blogger mfc disse...

Comparação com o Maio de 68 é um completo Absurdo.

 
Às 06 novembro, 2005 16:57 , Blogger Betty Branco Martins disse...

Olá Peter

A foto é linda...

Agradeço as tuas palavras que deixaste no meu "canto"

E quanto ao (respeito e carinho) nada tem a ver com a idade. Mas sim com os sentimentos que dedicamos às pessoas que admiramos.

Beijinhos

 
Às 06 novembro, 2005 18:03 , Blogger Micas disse...

A fotografia é uma delícia Peter, a falar é que as pessoas se entendem num clima de paz, é o que a foto me faz lembrar.

Letras tens toda a razão qd dizes que "Urge acabar com as diferenças abismais e tratar cada ser humano como tal." Pelo que me é dado conhecer e ver aqui na Alemanha, e embora o racismo exista (como em todo o lado) os problemas só existem com os árabes, porque são eles os primeiros a fecharem-se no mundo e cultura deles e a isolarem-se de todos os outros não fazendo o minimo por se integrarem no país que os acolheu. Até posso estar errada, certo é que não vejo outros emigrantes a queixarem-se de racismo por cá.

 
Às 06 novembro, 2005 18:44 , Blogger Peter disse...

micas, a propósito do que dizes no teu coment, sobre o comportamento dos muçulmanos aí na Alemanha, escrevi no m/artigo, "o que está em causa", aqui nesta pág do blog:

"Deixemo-nos de hipocrisias e vamos receber e tratar os imigrantes muçulmanos como seres humanos, respeitar a sua religião e a sua cultura. Mas serão eles que terão de se integrar nas instituições e sujeitar-se às nossas leis e, em público, à nossa cultura e ao nosso modo de vida, tal como acontece connosco no país deles. A tolerância só funciona num sentido?"

 
Às 06 novembro, 2005 19:34 , Blogger Micas disse...

Não cheguei a ver o artigo Peter, mas pelo paragrafo que vi agora estou inteiramente de acordo contigo e, nem chegaria a tanto... a tolerância não pode funcionar só num sentido, infelizmente "tolerância" parece não existir no alfabeto da maioria deles.

 
Às 07 novembro, 2005 00:01 , Blogger bluegift disse...

É um grande problema, Peter, e quem vive em países onde a imigração é maioritariamente do magrebe, sabe bem do desrespeito destes grupos pela população de acolhimento, incluindo imigrantes de outras origens. A culpa é, evidentemente, das minorias muçulmanas fundamentalistas que acabam por ter especial impacto em quem os quer "ouvir" e usar o pretexto para aplicar a violência pretendida. São pretextos de violência, não possuem o espírito do Maio de 68, que era uma clara revolta contra o convencionalismo autocrata instituido.

 
Às 07 novembro, 2005 00:02 , Blogger bluegift disse...

su, a música e a letra são fantásticas, não são? Brel é o maior cantor belga, e um dos melhores da língua francesa :)

 
Às 24 novembro, 2005 17:05 , Anonymous lugrézi disse...

Bonjour de France (Pordic BRETAGNE)

Je suis l'auteur de cette photo, et je suis content de voir que cela inspire avec le texte, des paroles de Jacques BREL.
Je vis au bord de la mer, et cela est propice à la méditation et à la réflexion.

A bientôt peut-être à tous.

Christian

 

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