sexta-feira, julho 13

Islandeses descobrem “escudo” contra Alzheimer

Infelizmente tenho vários amigos, na casa dos 40, que ou eles, ou as mulheres, foram atingidos por este terrível pesadelo. Surgiu agora (talvez…) uma réstia de esperança:

“Um grupo de cientistas islandeses descobriu uma mutação genética que serve de escudo à doença de Alzheimer e à degradação cognitiva do envelhecimento, avançou a revista “Nature”.

Uma equipa do centro de CODE Genetics, de Reiquiavique, estudou o genoma completo de 1.795 islandeses e descobriu uma mutação do gene APP que reduziria até 40% a formação da proteína amilóide em idosos saudáveis.
A proteína é uma substância insolúvel que se acumula no cérebro dos doentes, formando placas, e é responsável pelo aparecimento da doença.
O estudo revelou que a função cognitiva dos idosos entre os 80 e os 100 anos, que tinham a mutação no
gene APP, funcionava muito melhor do que a dos que não a possuíam.

“Pelo que sabemos, até agora, [a mutação] representa o primeiro exemplo de uma alteração genética que confere proteção forte contra a doença de Alzheimer”, sublinha o coordenador da equipa de investigação, Kari Stefansson.
Segundo os especialistas, a mutação genética permite travar a deterioração cognitiva nos idosos sem Alzheimer.
Assim sendo, defendem que as alterações cognitivas e a Alzheimer partilham mecanismos idênticos ou
parecidos.”

Em Portugal, estima-se que existam cerca de 153 mil pessoas com demência, das quais 90 mil com doença de Alzheimer.  

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