quinta-feira, janeiro 19

A Central ao lado


Com a devida vénia transcrevo parte do texto em epígrafe, com o qual concordo inteiramente:
“(…) Se não fosse já um hábito, seria incompreensível a atitude da CGTP ao colocar-se de fora das negociações da concertação social numa altura tão dramática como a que vivemos. Mas compreende-se. A central sindical prefere ter influência sobre os trabalhadores a ter influência sobre o rumo dos acontecimentos. Assim, mantém-se deliberadamente à margem e tem sempre a rua para fazer prova de vida. Esse é o verdadeiro direito adquirido a que a CGTP se agarra como uma lapa. (…)”
Luís Campos Ferreira, Presidente da Comissão de Economia e Obras Públicas, in CM de 19/01/13

2 Comentários:

Às 20 janeiro, 2012 17:18 , Blogger alf disse...

pois... estas coisas gerem-se com a teoria do pai e da mãe: um para negociar e outro para castigar; só assim o que negoceia pode ter força negocial. Ser pai e mãe ao mesmo tempo é muito mais complicado.

 
Às 22 janeiro, 2012 22:33 , Blogger heretico disse...

"olhe que não... olhe que não, doutor..." rss

abraços

 

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