domingo, janeiro 29

O beijo

7 Comentários:

Às 29 janeiro, 2006 17:31 , Anonymous asasdosentimento disse...

No Beijo, tocam-se as
emoções...sentimentos... segredos... medos...loucuras... paixões...o fogo e as lágrimas ... tudo isto num só beijo.

Embora muitas vezes, infelizmente, o beijo é Traição.

Um Abraço

 
Às 29 janeiro, 2006 18:25 , Anonymous zezinho disse...

O beijo sela todos os afectos..

P.S. Desculpas pela ausência, mas tenho estado doente.
Abraços

 
Às 29 janeiro, 2006 18:28 , Blogger lazuli disse...

Ainda não vi neve, Peter.
Fui à rua e ia congelando os pés, mas este post sobre o beijo num dia frio como este, é consolador. Bem hajas..

"Ya no aguanto el horror de estos techos después de haber probado el sabor de su boca(...)"
“La casa de Bernarda Alba”, F. G. Lorca

E o beijo não acaba nunca, parece que debaixo da língua há mel e leite como se diz nas Escrituras.. Essa mesma língua que se enrola, se retira e se alarga, mais acariciadora do que a mão, mais expressiva do que os olhos.

Beijos

lol

São inofensivos. **

 
Às 29 janeiro, 2006 19:11 , Blogger Peter disse...

"lazuli", quanto à neve em Lisboa, tirei umas fotos dela a cair e depois mostro-as, caso queiras.
Quanto ao comentário que fazes sobre o beijo:

"Essa mesma língua que se enrola, se retira e se alarga, mais acariciadora do que a mão, mais expressiva do que os olhos."

até ressuscitaria qualquer um, vítima de hipotermia ...

"São inofensivos" ?

Que me conste, nunca fizeram mal a ninguem, antes pelo contrário ...

 
Às 29 janeiro, 2006 19:31 , Blogger lazuli disse...

Peter, mostra..
Eu não vi cair nada por estes lados.

Para "castigo" de teres visto neve e eu não deixo-te "um Neruda"

Me gustas cuando callas
porque estás como ausente,
y me oyes desde lejos,
y mi voz no te toca.

Parece que los ojos
se te hubieran volado
y parece que un beso
te cerrara la boca.

Como todas las cosas
están llenas de mi alma
emerges de las cosas,
llena del alma mía.

Mariposa de sueño,
te pareces a mi alma,
y te pareces
a la palabra melancolía.

Me gustas cuando callas
y estás como distante.
Y estás como quejándote,
mariposa en arrullo.
Y me oyes desde lejos,
y mi voz no te alcanza

Déjame que me calle
con el silencio tuyo.
Déjame que te hable
también con tu silencio
claro como una lámpara,
simple como un anillo.

Eres como la noche,
callada y constelada.
Tu silencio es de estrella,
tan lejano y sencillo.

Me gustas cuando callas
porque estás como ausente.

Distante y dolorosa
como si hubieras muerto.
Una palabra entonces,
una sonrisa bastan.

Y estoy alegre,
alegre de que no sea cierto.

Acho que já pus este poema aqui, se assim foi as minhas desculpas, Peter.

Mais beijinhos e continuação de bom domingo.

E parabens pelo Sporting*

 
Às 29 janeiro, 2006 19:53 , Blogger Peter disse...

"lazuli" a neve só caiu nos subúrbios e não nos bairros chiques.
Não te posso mostrar as fotos pois não tenho uma máquina digital. Estou à espera que me saia o Euro Milhões para comprar uma. Mas depois de reveladas, poderei enviar-te uma pelo correio, se me deres a direcção ...

"Acho que já pus este poema aqui", não importa, é muito belo, como todos de Neruda. Falam-nos ao coração.

A vitória do Sporting? Bem, nem tudo podia ser mau neste Domingo, né?

Beijinhos e sugiro-te uma ida à Serra da Estrela. LOL

 
Às 30 janeiro, 2006 02:34 , Blogger amita disse...

Uma frase muito inteligente. Um bjo e uma flor
(As vossas melhoras)

 

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