segunda-feira, julho 10

Não direi

















Nada que não possa ser ouvido
Nada que não tenha sentido
Ou que magoe
Ou que destoe
Porque
O adeus diz-se no coração
Nas palavras de uma canção
Sente-se no exacto momento
Do inevitável afastamento.

11 Comentários:

Às 10 julho, 2006 13:24 , Blogger Caiê disse...

Pronto! Lá me arrastou o Ant para mais um blog... Com a falta de tempo que tenho, só me faltava mais esta! ;)

 
Às 10 julho, 2006 14:28 , Blogger Manuel Veiga disse...

gostei muito do poema. "o adeus sente-se no exacto momento". abraços

 
Às 10 julho, 2006 15:22 , Blogger isabel mendes ferreira disse...

de nada....como deves imaginar...:)


o prazer foi todo meu...



gosto...gosto deste "toque e foge"...


beijos.

 
Às 10 julho, 2006 22:12 , Blogger Peter disse...

"ANT", nem imaginas onde estou. Hoje, depois de almoço, peguei na minha pasta tipo James Pond e nuns calções de banho e ala para o Sul.

Vejo que estás a trazer leitores novos (sobretudo leitoras ...) espero que não me venhas pedir aumento de ordenado ...

 
Às 11 julho, 2006 00:57 , Blogger Ant disse...

Peter outra vez de férias?
Não pagas em géneros tipo viagem em iate á vela.
Abraço.

 
Às 11 julho, 2006 13:49 , Blogger inBluesY disse...

excelente :)

 
Às 11 julho, 2006 14:59 , Blogger Peter disse...

Partilho a opinião da "sutra", mas não te queixes pois tens aí um texto. Não é uma peça literária, nem podia ser, mas talvez valha a pena ler até ao fim.

Quanto ao veleiro só para meados de Agosto. Até lá talvez opte por um de maior calado.

Abraço.

 
Às 11 julho, 2006 16:31 , Blogger BlueShell disse...

..Bolas! Esta "tocou cá bem no fundo"....
Só posso deixar mil beijos
BShell

 
Às 13 julho, 2006 20:19 , Blogger Amita disse...

Não digas... Não vale a pena... Tudo se sente....
Um bjo

 
Às 14 julho, 2006 07:45 , Blogger Ni disse...

«O adeus diz-se no coração
Nas palavras de uma canção
Sente-se no exacto momento»

...

O a-'deus'... que num momento de capricho isolou uma emoção e fez rimas com 'não'...
...
'no exacto momento'... a lucidez desta expressão acorda-me os poros ainda adormecidos a esta hora... e, descalça, deixo-te aqui um 'momentUM' roubado ao voo das aves de rota perdida na imensa liberdade de tudo SER... e com passos de silêncio vou (re)abraçar o sono... onde o adeus é ficção.

Abraço de vento

Ni*

 
Às 19 julho, 2006 02:01 , Anonymous Anónimo disse...

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