segunda-feira, junho 26

O ponto...



















Algures deixei escapar o pormenor que me acolhe os fragmentos, referência de um mim que acorda, retina feita objectiva colectora.
Eis, então, o ponto branco, conexão com o retorno à essência, ao âmago de onde tudo parte.

Apanhei boleia do traço nascido desse momento, de regresso a um original esquecido em breves viagens alucinadas.
Aqui, onde o frio e o quente se baralham, agarrei a vertigem, princípio do novo ciclo em espiral, paralelo ao eterno retorno que nunca existe, é só aparente.

4 Comentários:

Às 26 junho, 2006 09:35 , Blogger Ant disse...

Equívoco resolvido como todos os equívocos... conversando.
Bom início de semana.
Ah e já agora que não nos lixem com os "bifes".

 
Às 26 junho, 2006 09:40 , Blogger Frioleiras disse...

Adorei estas tuas fotografias que, aqui e ali colocas sobre "céus"...
Porque é que o infinito do céu e as estrelas provocam em nós tamanha sensibilidade? será o nosso desejo, profundo, de fuga a tudo o que neste planeta está estragado ?

 
Às 26 junho, 2006 11:07 , Blogger MARTA disse...

Será aparente??
Não sei....
Beijos e abraços
Marta

 
Às 26 junho, 2006 16:35 , Blogger bluegift disse...

Bons olhos te vejam.
Em boa consciência, o eterno retorno mostra-se aparente, não passa de uma vertigem. Por vezes, de uma agradável vertigem...

 

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