quarta-feira, novembro 23

D. Duarte Nuno faz estágio em casa de alterne

D. Duarte Nuno, Duque de Bragança, procura a todo o custo ser pai de uma infanta.
“A questão é saber se sou capaz de fabricar uma”, disse em conferência de imprensa.

Isabel Herédia mostra-se “incomodada com a ideia de D. Nuno ter ido para Bragança. Sei lá o que aquelas meninas são capazes de lhe fazer!”, afirmou com o semblante carregado.

D. Duarte que compareceu na conferência de imprensa com o bigode protegido por uma vitrina, mostra-se desolado “com o facto de não ter uma infante como acontece com meu real primo, príncipe das Astúrias. Ou será do País Basco?”

Após passar algum tempo numa conhecida clínica de copuloterapia sem grandes resultados práticos, excluindo o domínio quase perfeito da linguagem literária da revista Maria, em que se especializou, passando em breve a fazer parte do corpo redactorial, o herdeiro do trono, mostra-se relutante em ter de “meter o meu pénis real dentro de um antro de carne esquisita. É contra todos os mandamentos de Deus”, afirmou.

No sentido de ultrapassar este problema, a Casa Real emitiu um comunicado onde se prometem alvíssaras a “quem conseguir ter uma relação íntima com D. Isabel. O candidato terá de jurar por sua honra que fabricará uma menina. Se tal feito for conseguido, Sua Alteza nomeá-lo-á, Conde de Alpedrinha, um simpático lugarejo perdido algures por aí”.

Já em Bragança, D. Nuno mostra-se “esperançado em aprender qualquer coisinha com estas meninas cuja fama já ultrapassou as nossas fronteiras. Será seguro não usar uma borrachinha?”

É de realçar que o herdeiro do trono, não sabendo muito bem o que fazer com a dita borrachinha, a colocou na língua, o que lhe dificulta imenso a fala.
Ao olhar para o lado, a vitrina embateu numa parede, deixando o bigode em contacto com o ar, o que certamente poderá contribuir para a sua queda precoce.

“Já nem o bigode me interessa”, foi dizendo em tom monocórdico. “Tudo o que eu queria era ter uma infanta. Chamar-se-á, Leonor de Albergaria Frederica Afonsa Bernardes Rita Sacadura Cabral de Pio e Bragança”.

O InApto apurou que após ter dado entrada num dos quartos reais com uma das meninas, esta saiu a correr e bradou a quem a quis ouvir: “Caiu o pénis real a sua Alteza”.

Cabisbaixo, D. Nuno prepara-se para assistir na alcova real à cerimónia de abertura do concurso “Cobridor-mor do Reino”.

5 Comentários:

Às 23 novembro, 2005 13:10 , Blogger bluegift disse...

A única monarquia a quem reconheço verdadeiro mérito é à de Mónaco. Todas as outras não passam de folclore.

 
Às 23 novembro, 2005 13:51 , Anonymous Anónimo disse...

Lamentável!!!!

 
Às 23 novembro, 2005 21:23 , Blogger Su disse...

ehehehehe
bem q já me tinha aprecebido q ele tinha qq coisa na boca...afinal é a borrachinha eehehehe
amei o bigode protegido por uma vitrina :))))))))))))))))))
gostei de rir com/do nosso/vosso duduuuuzzzinho

jocas maradas

 
Às 24 novembro, 2005 03:31 , Blogger Betty Branco Martins disse...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

 
Às 24 novembro, 2005 03:33 , Blogger Betty Branco Martins disse...

Bravo Bluegift! O resto é mesmo para esquecer.

Bom... Zé
O teu humor está em alta mesmo. It does not give to make commentary :)

Um beijo

 

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