domingo, março 30



Zorba, o Grego é um dos filmes que mais admirei
na impressão que me causou, viveiro de inúmeras
ideias que nela se filiaram. Lembrei-me de o proclamar
porque vi no perfil da meg a inclusão deste filme
entre os seus preferidos! :) O que mais me tocou,
na estória e na representação de Anthonny Quinn,
foi a força anímica da personagem, a sua confiança
radical na vida, a ternura para com a dama envelhecida
no leito terminal, o envolvimento na acção mas com
a consciência lúcida de que a vida supera todas as obras,
demiurga que é do pensamento, da acção, do amor.

Etiquetas: ,

11 Comentários:

Às 30 março, 2008 20:23 , Blogger Papoila disse...

Peter:
Um grande filme! Um enorme hino à vida e saio daqui a trautear!
Beijo

 
Às 30 março, 2008 23:31 , Blogger herético disse...

partilho da tua apreciação do filme.

... era tempo em que "ir" ao cinema era uma "festa" comunitária!...

hoje "vê-se" cinema!em casa...

abraços

 
Às 31 março, 2008 11:20 , Blogger Ant disse...

Já vi esse filme mais de uma vez.
2 delas na tela grande, onde dee ser visto.
Dos melhores que já vi.
Interessante esta recuperação.
Abraço

 
Às 31 março, 2008 12:45 , Blogger quintarantino disse...

É de facto um excelente filme.

Ando a matar saudades dos amigos, dada a ausência da qual peço desculpa.

 
Às 31 março, 2008 13:40 , Blogger augustoM disse...

O filme sem dúvida! Mas a lembrança do tempo em que o vi.
Um abraço. Augusto

 
Às 31 março, 2008 14:55 , Blogger António disse...

Um filme mítico!

Abraço

 
Às 31 março, 2008 21:18 , Blogger Meg disse...

Vasco talvez gostes de juntar isto que te mando com um abraço.
Podes escolher...

http://www.youtube.com/watch?v=ndPJRh_K2yc

Um abraço comovido

 
Às 01 abril, 2008 14:32 , Anonymous Magui disse...

Também é meu preferido.Devia ser mais conhecido .A interpretação de A.Quinn é soberba. Eu costumo citar uma parte do filme quando a senhora morre e a população , que a reprovava, entra em sua casa e leva tudo, jogando as coisas pela janela para os outros que não tiveram coragem de entrar e deixando o cadáver semi nu encima das molas da cama nua.Isso acontece demais quando pessoas morrem.Gente que desaprova outras mas levam tudo que a pessoa tem depois que morrem se apoderam de suas coisas.Eu estou até com um texto que retrata essa filosofia lá no meu blogue.Pensando bem vou fazer um próximo texto sobre isso.

 
Às 01 abril, 2008 17:03 , Blogger vbm disse...

Sim, é impressionante aquela cena da morte e a rapacidade dos sobreviventes. Curiosamente, creio, - já não lembro bem -, o filme distancia-se do episódio numa olímpica indiferença da Natureza aos conflitos aguerridos dos viventes... Zorba, esse subtrai-se - já sou eu a imaginar, suponho -, como um ateu, seguro de que ela já nada sente, pelo que se afasta daquele "mundo de necessidade". Mas, imagino, lol.

Hei-de ver a tua reflexão lá no blog. Eu, pessoalmente, vi o filme em adolescente, em circunstâncias especiais, únicas, irrepetíveis. Mas o filme vale por si. Também é verdade que o folclore grego, as danças deles, são de ume energia atlética incomum! :)

 
Às 01 abril, 2008 17:05 , Blogger vbm disse...

meg,

Vi o vídeo. :)
Bela dança, não é?

E dois homens podem dançá-la,
sem nenhuma mariquice! lol

 
Às 01 abril, 2008 21:32 , Blogger JOY disse...

É um grande filme ,com um grande actor.


Joy

 

Enviar um comentário

Subscrever Enviar comentários [Atom]

Hiperligações para esta mensagem:

Criar uma hiperligação

<< Página inicial