segunda-feira, dezembro 2

Militares queixam-se contra o novo Hospital das Forças Armadas

Multiplicam-se as queixas dos utentes contra o novo Hospital das Forças Armadas, que reuniu unidades

dos três ramos e custou 16 milhões de euros. Uma fusão que parece ter um baixo rendimento.

As dificuldades na marcação de consultas estão a levar muitos militares a desistir e a optarem por hospitais privados com protocolos. “Eu contacto com muitos militares e vejo a insatisfação deles, muitos já desistiram e como existem acordos protocolares com outros hospitais, preferem ir a outros”, garante o Capitão de Mar e Guerra Henrique Mendonça, em declarações à Renascença.

As queixas chegam dos utentes dos três ramos das Forças Armadas, mas também do corpo clínico, garante o presidente da Associação Nacional de Sargentos, Lima Coelho. A infra-estrutura foi anunciada pelo Governo em Novembro de 2011 e pretendia centralizar num único local os recursos hospitalares dos três ramos das Forças Armadas. O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, sublinhou várias vezes que este é um exemplo de poupança de recursos, mas a experiência, segundo os utentes, não está a correr bem.

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